Sinceramente? Eu não sinto mais o mínimo tesão pelas coisas fáceis, e de prazeres absurdos, mas momentânios, e sem preparo emocional nenhum. Eu acho que eu cresci demais, acho que, não pertenço mais à classe prematura, à classe de baixar a cabeça pra qualquer merda. Ou, gostem, ou não gostem de mim!Cansei de me anular, e assim me doer, por dores que não são minhas. Por momentos forçados pra instintular a paz, que eu não sinto... não... não. Chega! é o bastante!
Nunca consegui manter um relacionamento sadio por muito tempo, e às vezes, até gostava disso, mas na maioria das vezes, não. Sabe por quê, não? Porque eu sempre soube que eles morreriam antes de acabar.
Eu vou abdicar de todo o meu museu, e de todas as velharias que lá vivem, elas estão quase morrendo, e antes que eu acabe junto com elas, eu vou embora. Mas talvez eu volte, de vez em quando, pra visitar minhas nostalgias.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Insanem - me.
Eu me envolvi na teia que eu criei, então me julgue, e me condene, porque eu não aguento mais fugir. Eu estou correndo à horas, de mim mesmo. Eu não aguento ver no espelho, a miséria que me tornei. A miséria me transformou em um rato, que rói e que corrói, cada sobra de sobras. Como dói ser isso!
Então, eu digo. Não há final para um miserável, e sim, sua loucura refletida, em sua alma, com cicatrizes abertas, prontas para mais um colápso!
Então, eu digo. Não há final para um miserável, e sim, sua loucura refletida, em sua alma, com cicatrizes abertas, prontas para mais um colápso!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Como você lê um texto, Gabriel?
Eu faço assim, como eu gosto de ler em voz alta, e num tom teatral, se o texto está bem colocado, eu consigo me emocionar, se não, eu faço um esforço, pra me envaidecer, de que, eu sei chorar, sem algo me tocar... (manias de quem acha que é um ator, sabe?)
"- Em conversa com a Bá, sobre múltiplos assuntos, haha".
"- Em conversa com a Bá, sobre múltiplos assuntos, haha".
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Ganhe, perdendo. Não entendeu?
Eu tenho medo da eternidade. Do que fica eterno, e do que, com o tempo, a gente acaba esquecendo.
A dor, definitivamente, é o melhor contra-remédio para a dor, ao mesmo tempo que abre feridas, cicatriza-as. Sem ela, o amor próprio que há em você não floresce. E todos sabemos que o ser humano não é nada sem amor próprio, não é?
Ter classe, é muito mais do que ter respeito. É engolir sua razão em troca de saúde mental.
Então, exercite. Porque o bom-senso não vem em troca de nada.
A dor, definitivamente, é o melhor contra-remédio para a dor, ao mesmo tempo que abre feridas, cicatriza-as. Sem ela, o amor próprio que há em você não floresce. E todos sabemos que o ser humano não é nada sem amor próprio, não é?
Ter classe, é muito mais do que ter respeito. É engolir sua razão em troca de saúde mental.
Então, exercite. Porque o bom-senso não vem em troca de nada.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Filosofias.
"Feliz é o que você percebe que era, muito tempo depois."
"O sujeito que me fará acreditar na imortalidade da alma ainda está para ressuscitar"
"Ancioso é o que tem medo de não conseguir fazer. Precipitado é o que tem medo do próprio medo."
LIVRO:
- Filosofia de Banheiro, Gregory Bergman, Madras.
"O sujeito que me fará acreditar na imortalidade da alma ainda está para ressuscitar"
"Ancioso é o que tem medo de não conseguir fazer. Precipitado é o que tem medo do próprio medo."
LIVRO:
- Filosofia de Banheiro, Gregory Bergman, Madras.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Vamos, brindemos, à nossa amada, adorada e idolatrada hipocrisia.
No fundo, você queria poder ser igual a mim, ou pelo menos metade do que sou, mas tem vergonha.
E se eu estivesse no seu lugar, teria vergonha de mim mesmo!
E se eu estivesse no seu lugar, teria vergonha de mim mesmo!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Real
Desaprender amar, vai ser sempre difícil.
Meu coração absorve as lágrimas da perda.
Quanto mais fundo bater o desespero,
mais perto fica o reencontro consigo mesmo.
O consolo vai estar no colo de quem saciar sua carência.
O tormento é incansável, e é exaustivo esperar tanto, uma cura total.
Essa espera é miserável. Tolo é quem se entregar a ela.
Tudo faz sangrar, até o vazio.
A plenitude é um sonho lindo, mas é apenas um sonho.
Meu coração absorve as lágrimas da perda.
Quanto mais fundo bater o desespero,
mais perto fica o reencontro consigo mesmo.
O consolo vai estar no colo de quem saciar sua carência.
O tormento é incansável, e é exaustivo esperar tanto, uma cura total.
Essa espera é miserável. Tolo é quem se entregar a ela.
Tudo faz sangrar, até o vazio.
A plenitude é um sonho lindo, mas é apenas um sonho.
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