domingo, 21 de março de 2010

Anyone "Qualquer um"

Anyone who can touch you
Can hurt you or heal u
Anyone who can reach you
Can love you or leave u

"Qualquer um que pode tocar em você
Pode te machucar ou te curar
Qualquer um que pode chegar até você
Pode amar você ou deixá-lo"

- Natasha Bedingfield (I bruise easily).

quarta-feira, 17 de março de 2010

Triângulo indolente

Convivi comigo mesmo durante um bom tempo, ou tempo suficiente, ou até eu descobrir que o nome disso é solidão, e que ao contrário do que eu pensava, percebi que ela não me fazia bem.
Outro dia em meio a essa inércia, eu me perguntei o porquê o "pra sempre" é o tempo que tinha que ser, e o porquê não poderia ser absolutamente "pra sempre".
É triste pensar que os amigos da nossa juventude não serão os mesmos quando nós amadurecermos. Ou, então, que se por um azarado acaso conseguíssemos manter o sofrido contato com eles, a amizade será indiscutivelmente sem sabor, e por mais que a saudade doa, quando passar por nossos olhos a lembrança do que um dia foi despreocupado, fresco, sentiremos na goela o nó, da distância que nos impusemos.
E como é amargo lidar com tudo isso, e como é autodestrutivo tentar nos resgatar individualmente, do abismo em que caímos, com pensamentos levianos, e tão assustadoramente condizentes com a nossa mediocridade humana. Porque é nela que nos sentiremos acolhidos, e tão estranhamente confortáveis, no final.
Enfim, somos previsíveis, e por isso, inevitavelmente, tristes.



Obs.:Inspiração no filme "Três formas de amar".

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

The end.

Sinceramente? Eu não sinto mais o mínimo tesão pelas coisas fáceis, e de prazeres absurdos, mas momentânios, e sem preparo emocional nenhum. Eu acho que eu cresci demais, acho que, não pertenço mais à classe prematura, à classe de baixar a cabeça pra qualquer merda. Ou, gostem, ou não gostem de mim!Cansei de me anular, e assim me doer, por dores que não são minhas. Por momentos forçados pra instintular a paz, que eu não sinto... não... não. Chega! é o bastante!
Nunca consegui manter um relacionamento sadio por muito tempo, e às vezes, até gostava disso, mas na maioria das vezes, não. Sabe por quê, não? Porque eu sempre soube que eles  morreriam antes de acabar.
Eu vou abdicar de todo o meu museu, e de todas as velharias que lá vivem, elas estão quase morrendo, e antes que eu acabe junto com elas, eu vou embora. Mas talvez eu volte, de vez em quando, pra visitar minhas nostalgias.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Insanem - me.

Eu me envolvi na teia que eu criei, então me julgue, e me condene, porque eu não aguento mais fugir. Eu estou correndo à horas, de mim mesmo. Eu não aguento ver no espelho, a miséria que me tornei. A miséria  me transformou em um rato, que rói e que corrói, cada sobra de sobras. Como dói ser isso!
Então, eu digo. Não há final para um miserável, e sim, sua loucura refletida, em sua alma, com cicatrizes abertas, prontas para mais um colápso!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Como você lê um texto, Gabriel?

Eu faço assim, como eu gosto de ler em voz alta, e num tom teatral, se o texto está bem colocado, eu consigo me emocionar, se não, eu faço um esforço, pra me envaidecer, de que, eu sei chorar, sem algo me tocar... (manias de quem acha que é um ator, sabe?)


"- Em conversa com a Bá, sobre múltiplos assuntos, haha".

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ganhe, perdendo. Não entendeu?

Eu tenho medo da eternidade. Do que fica eterno, e do que, com o tempo, a gente acaba esquecendo.
A dor, definitivamente, é o melhor contra-remédio para a dor, ao mesmo tempo que abre feridas, cicatriza-as. Sem ela, o amor próprio que há em você não floresce. E todos sabemos que o ser humano não é nada sem amor próprio, não é?
Ter classe, é muito mais do que ter respeito. É engolir sua razão em troca de saúde mental.
Então, exercite. Porque o bom-senso não vem em troca de nada.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Filosofias.

"Feliz é o que você percebe que era, muito tempo depois."


"O sujeito que me fará acreditar na imortalidade da alma ainda está para ressuscitar"


"Ancioso é o que tem medo de não conseguir fazer. Precipitado é o que tem medo do próprio medo."


LIVRO:
- Filosofia de Banheiro, Gregory Bergman, Madras.